No desembarque

Desceu o mais depressa possível daquele ônibus com o olhar apressado em todas as direções: ‘cadê você? será que veio? será que finalmente vai dar certo de te ver?’ Lá estava! Foi correndo, braços abertos, coração cheio de saudade. Ah, o abraço! Aquele mesmo abraço-urso, sem nenhuma diferença. Lembranças de dois anos e meio distante que naquele momento parecia ter sido alguns dias, no máximo. Era tudo igual! Iguais aos dias de anos e anos atrás. Iguais as conversas de outrora, iguais aos choros e alegrias vividas! Iguais as amizades que não morrem com o tempo-distância. E isso em apenas 10 minutos, já era hora de embarcar de novo e continuar a viagem.

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