Segundo

Em um instante era tudo e no outro, menos que nada. Pairava sobre si a indiferença para depois voltar à tona com a profundidade do desprezo. E então, a falta. Fração de segundos! Fechar e abrir de um olhar. Uma palavra, um gesto, mudava tudo.

Na mesma onda do desespero da necessidade, vinha a calmaria da suficiência.

 

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